Minha experiência no Olive Garden

O post de hoje será diferente…
Não tem nada a ver com o mundo materno, mas tem a ver com outra coisa que eu adoro fazer: COMER!

kkkkkkk, pois bem.
Tinha ouvido dizer que o Olive Garden chegou ao Brasil, depois de ler várias matérias a respeito, me despertou a curiosidade em conhecer.

oliveO que diz no site?
“O maior restaurante italiano dos Estados Unidos agora no Brasil com pratos e massas frescas. Ideal para qualquer momento”

Li várias recomendações, quem foi, disse que é igualzinho nos Estados Unidos, que é muito bom e blá blá blá (Não, eu nunca fui para os Estados Unidos).

Ok, então chegou o dia em que minha cunhada viajaria para Orlando, então combinamos um jantar de despedida ali no Olive Garden.

Ao chegarmos, tivemos uma boa impressão.
Local bonito, limpo, agradável e aconchegante.

Férias 2009 (122)O cardápio é variado, onde podemos optar além do prato escolhido, por sopa ou salada de entrada, os quais podemos nos servir á vontade!
Os pãezinhos chegam quentinhos e são uma delícia.

Pedimos então nossos pratos, li bastante que, o fato da salada e a sopa serem servidos á vontade, um prato serviria 2 pessoas.
Porém, Ednaldo e eu temos um gosto diferente, então cada um pediu um prato.
Eu pedi um Chicken Alfredo (Delicioso Filé de frango grelhado e servido com fettuccine Alfredo)
Ednaldo pediu um Chicken Parmegiana (Filé de frango à milanesa coberto com queijos mozzarella, parmesão e romano gratinados, servido com spaghetti marinara)

Nossa opinião?

Uma decepção.
Saímos do restaurante frustrados.
Pra ter idéia, a Duda pediu lasanha e não comeu NADA! Eu provei a lasanha dela, achei horrorosa!!

Porque?

Embora os pães e a salada estivessem uma delícia, a sopa eu não provei, a comida eu detestei.
O quechicken eu pedi nada mais era que um talharim ao molho branco com pedaços DUROS de frango.
No macarrão tinha acho que meia concha de molho, o macarrão molenga, quebrado, quando fui misturar a massa ao molho, quebrou mais ainda, era pouco molho para muito macarrão.
Um molho sem gosto… não comi nem a metade.

 

 

lasanhaA Duda, não comeu a lasanha dela, então fui provar.
Que horroroso!
Era uma lasanha pequena, com molho vermelho, o molho, como disse o Ednaldo, parecia um “kisuco” de molho de tomate pronto.
Um molho industrializado de gosto fortíssimo, tava explicado porque a Duda não comeu.
Eu também não consegui comer.

Em resumo: Comida que parece pré-processada, tempero exagerado (será que é para mascarar a falta de qualidade da matéria-prima?), massa tão cozida que já vem toda despedaçada no prato, pedaços de frango que pareciam borracha (congelados?)

A impressão que tivemos, para piorar, era que o macarrão (sem essa de “massa”) era colocado no prato, o molho jogado mal e porcamente por cima e esquentado no microondas!!!

Gastamos R$170,00 para comer um macarrão horroroso! (Sem vinho, sem sobremesa)
A lasanha da Duda por exemplo, foi R$50,00.
Sabe quantas lasanhas congeladas daria pra comprar? Alguém já comeu lasanha congelada? É uma delícia!!!!
Detalhe: A lasanha do Olive Garden é menos que a metade de uma lasanha congelada!
E no Spoletto então?

Sei que vão chover críticas em relação ao meu post, pois sei que muita gente adooooooooora.
Vão me chamar de pobre porque prefiro a lasanha congelada, de sem noção, de que não manja nada, que Olive Garden é tudo!
Mas eu não gostei, como minha prima me disse outro dia, Brasileiro é deslumbrado.
Só porque veio um restaurante gringo, sei lá se por status, ou por ser paga pau mesmo, acha que tudo é mil maravilhas.

turmaTalvez nos Estados Unidos seja uma boa, pois os Brasileiros vão e geralmente querem economizar na comida e tal, pelo que eu vi, a lasanha lá custa US$9,99
Agora com o dólar nas alturas, é caro, mas quando o dólar tava mais baixo, era ir ao Olive Garden, se entupir de sopa e salada e dividir um prato! Pronto! Baratinho.

Sorry, mas R$170,00 o casal, daria ter der jantado em uma SENHORA cantina Italiana, com direito a sobremesa, vinho e certamente, sairíamos satisfeitos do local.
Mas valeu a noite e a companhia! AHAHAHA

Portanto, quem quiser comer um bom macarrão, ou “massa” pra ficar mais “phyno”, fujam do Olive Garden!!!

O dia em que o Pedro foi para a creche

Eu fiz a inscrição do Pedro na creche da Prefeitura, quando ele tinha cerca de 2 ou 3 meses (não me recordo).
Ao mesmo tempo, fui pesquisando as escolinhas particulares, pois até então eu ainda não tinha tomado a decisão de ficar em casa em tempo integral com o Pedro, a creche teria que ser próximo a casa da minha sogra e cunhada, para ter quem socorresse em uma emergência.
Mas daí eu optei por ficar em casa e nem lembrava mais da inscrição na creche, aliás, nunca esperei ser chamada, já que o que eu mais ouço é que vagas nas creches da Prefeituras são dificílimas de conseguir.

Pois bem, o tempo foi passando, eu decidi que ficaria em casa com o Pedro e quando foi o mês de Novembro, me ligaram da creche dizendo que a vaga dele tinha saído!
Para mim foi uma surpresa, já que eu nem lembrava mais da inscrição.
De primeiro momento eu disse que abriria mão da vaga, pois eu havia deixado de trabalhar para cuidar dele.

Foi quando me disseram que de qualquer forma eu teria que ir a creche para cancelar a matrícula, mas que eles segurariam a vaga até o dia seguinte para eu pensar.
Quando contei pro Ednaldo, ele disse: -Ai que bom!!!
Eu: -Mas eu tô em casa, não tem o porque ele ir pra creche!
E o pai disse: -Vai sim!!!
creche01Fiquei super nervosa, chorei, kkkkkkkkkk, poxa, estávamos grudados há 1 ano, como assim ele ia pra creche?
Daí eu com o coração na mão, repensei…
Repensei que seria bom pra ele conviver com outras crianças, desgrudar um pouco de mim, que esse sofrimento era mais meu do que dele.
Então no dia seguinte eu liguei e disse que ficaria com a vaga, agendamos um dia para a matrícula e eu corri para ter toda a papelada em mãos.

Então no dia e horário marcado eu fui até a creche.
Não vou ser hipócrita e confesso que eu tinha sim, preconceito em relação a creche, por ser da Prefeitura.
Mas ao chegar lá e a Mel me apresentou toda a creche, explicou como funcionava… gente, pra variar, mordi a língua e fiquei encantada com os cuidados, a organização e limpeza.
Não pensei duas vezes e efetivei a matrícula do Pedro.

Saí de lá feliz e confiante, aquele stress que eu estava sentindo, passou!
Daí, depois era aguentar os olhares de reprovação e os comentários: -Nossa, tão novinho e você vai ter coragem de mandá-lo pra creche?
-Nossa! Mas você não parou de trabalhar pra ficar com ele?
-Ai tadinho, tão novinho… vai ficar doente toda hora!
E muitos outros comentários e palpites desnecessários.

É minha gente, a partir do momento que a gente se torna mãe, além de tantas coisas que temos que aprender, temos que lidar com os palpites alheios, os olhares de reprovação.
Tem que colocar na cabeça que se é o que você acha que é o melhor pra você e seu filho, dane-se os palpites alheios.
Não é fácil.

crecheE chegou o grande dia!!!
Quando eu entrei na sala de aula, vi uma mãe se acabando de chorar, daí eu não me aguentei… chorei disfarçadamente. kkkkkkkk
Ficamos eu e o Ednaldo com ele cerca de meia hora, até que foram para o refeitório e então a professora pediu que saíssemos aos poucos.

Deixamos o Pedro na creche, o Ednaldo tinha tirado o dia de folga…
Olhamos um pra cara do outro e falamos: E agora??
Kkkkkkkkkkkk era a primeira vez que ficávamos sem o Pedro.
Então fomos pra padaria tomar um café, depois fomos ao mercado, depois fomos pro Shopping, até que tivemos a idéia: Vamos pro motel???

Gente, que infeliz idéia nós tivemos, pois já era tarde, era quase meio dia!!!
Fomos todos felizes pro motel, quando foi 13:30, me ligaram da creche: Para buscar o Pedro pois ele chorava muito.
kkkkkkkkkkkkkk, é rir pra não chorar minha gente.
E foi isso.

Não me arrependo nunca de colocá-lo na creche mesmo eu tendo deixado de trabalhar.
No próximo post eu falo sobre a creche, como foi a adaptação e o desenvolvimento do Pedro, enfim…

Até a próxima!

 

Um livro chamado “Éramos Dois”?

Tantas pessoas me pediram para eu criar este blog…
Sei lá, muitos dizem que sou comunicativa, divertida, gostam do que eu escrevo.
Pelo menos é o que dizem pra mim nas redes sociais.

Eis que recebi uma ‘mini proposta’, para pensar com carinho, na possibilidade de escrever um livro.
Pirei na idéia.
Uma autobiografia talvez?
HAHAHAHAHAHAHA, será que rola?
Quem me acompanha???

Histórias não me faltam, de todos os tipos, tanto boas como ruins.
Levando em consideração o meu blog que em 3 meses, com 20 posts estão com quase 4000 acessos, pode parecer pouco, mas pra mim tem muito significado

Um dos motivos que mais me incentivam a escrever esse livro, é principalmente a história de superação minha, do Ednaldo e do Pedro, quando o Pedro nasceu.
Suportar os 24 dias de UTI sem saber se ele ia sobreviver, se ficariam sequelas, recebendo o imenso carinho de tanta gente…

Todos me perguntam sempre, a mesma coisa: Como você conseguiu ser tão forte?
A força vem gente, acreditem!!!

É isso, um projeto que vai levar um bom tempo, que eu vou tratar com muito carinho e estou muito empolgada com ele!!!

Quem aqui me apoia? Heim?

Beijos

Maternidade em tempo integral

Oi gente!!!
Tá difícil a atualização com mais frequência, minha vida tá de cabeça pra baixo, uma correria sem fim!
2015 horroroso que não acaba nunca né? Quando a gente acha que não tem mais o que acontecer de ruim, ainda acontece! Ave maria!

Mas vamos lá, hoje vamos falar do dia em que eu tomei a decisão mais importante e difícil da minha vida.

E aí lá vem mais uma da série: Pagando a língua.
Porque pagando a língua?
Porque eu sempre achei um absurdo uma mulher deixar sua independência de lado, sua vida profissional, para ficar em casa cuidando de filhos.
Pra mim isso não fazia sentido nenhum.
Claro que não, afinal de contas, eu não tinha filhos né?

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Até que Pedro chegou com todas aquelas complicações que eu já contei aqui pra vocês.
Foi quando nas consultas ao neurologista e neurocirurgião, ambos solicitaram que o Pedro fizesse fisioterapia.
Aparentemente ele não tinha nada, seria mais preventivo, para observarmos o desenvolvimento dele, se depois de tudo, ficaria alguma sequela ou não e até mesmo para caso aconteça futuramente de aparecer uma sequela, não dizer: Se tivesse feito fisioterapia, isso não teria acontecido.

Enfim, minha licença maternidade terminaria em Abril de 2014.

IMG_0416Pedro começou sua fisioterapia em Fevereiro, daí eram consultas com pediatra, neurologista, neurocirurgião, exames, medicamentos controlados…
O tempo foi passando, eu precisava acompanhar de perto tudo isso, não podia terceirizar uma responsabilidade como essa depois de tudo que tinha acontecido.

Marido tinha acabado de mudar de emprego, em uma condição legal, que daria para segurar a onda sozinho, foi quando sentamos e conversamos em como proceder com o Pedro.

Creche? (Fiz a matrícula em Fevereiro e tinha que esperar sair vaga), escolinha particular, avó, o que faríamos?
Foi quando eu perguntei se ele realmente conseguiria segurar a onda sozinho, ele disse que sim.
Então, eu disse que deixaria de trabalhar para ficar com o Pedro.
Se Pedro tivesse nascido sem problema algum no parto, ou ia pra escolinha ou ficaria com a avó, ou os dois.
Mas naquele momento ele ainda precisava dos meus cuidados, precisava de inúmeras observações que não deveriam ser passada para terceiros naquele momento.

Iphone 1820Pra mim foi bem difícil tomar essa decisão, pois nunca passou pela minha cabeça ficar dependendo financeiramente de alguém.
Deixar minha vida profissional de lado, afinal de contas, eu estava em uma empresa que eu gostava muito, trabalhava com pessoas bacanas.
No primeiro momento, eles me deram  mais um mês, para que eu pudesse amamentar o Pedro até os 6 meses, pois a amamentação era importante para ele, pois o movimento de sucção do seio, era uma forma dele se exercitar, podia dizer que fazia parte da fisioterapia.
Porém não foi o suficiente, até que chegou o dia de eu conversar definitivamente com o chefe.

ChefeGente como foi difícil.
Eu tinha todo um discurso pra falar, Edu foi um chefe extraordinário, costumo dizer até que chefe como ele, eu não encontro mais em lugar nenhum!
E nem vem me chamar de puxa saco, porque puxar saco não faz meu gênero, e a essa altura do campeonato, ia puxar o saco pra que? kkkkkkkk
Mas a única coisa que eu consegui falar na hora foi: -Edu, eu não volto mais pra empresa.
Ele não esperava, já tinha até planos e projetos para o meu retorno, ele ainda sugeriu algumas alternativas, mas não seria justo também com a empresa.
Quando saí da sala dele, que fui me despedir do pessoal… foi um choque.
Ninguém esperava!

Aquele dia, fui a empresa com o Pedro, enquanto eu falava com o chefe ele ficou com o pessoal.
Peguei o Pedro e saí de lá triste, mas quando entrei no carro, foi que a ficha caiu, embora eu tenha tomado essa decisão há uns 2 meses antes.
As lágrimas começaram a cair, um filme começou a passar na minha cabeça, da minha trajetória profissional, por tudo que eu já tinha vivido desde quando comecei a trabalhar.
A partir daquele momento era definitivo, eu não tinha mais um emprego… era então, mãe em tempo integral.

Muita gente (principalmente familiares), me olharam torto, acharam um absurdo, ao mesmo tempo tive apoio de muita gente, principalmente dos amigos… Ahhhh os amigos…

IMG_3452Se eu me arrependo?
Jamais!!! Pois eu pude acompanhar bem de perto o desenvolvimento do Pedro, coisa que se eu estivesse trabalhando, nunca que eu conseguiria acompanhar.
Acompanharia somente por relatórios.
Nesse meio tempo ele conseguiu uma vaga na creche, (assunto para um próximo post), é impressionante, mas para quem quase teve uma paralisia cerebral, hoje com 1 ano e 10 meses, não apresentou UMA sequela!!!

Foi um ano de fisioterapia, a Nara vinha mas ele não deixava ela fazer nada, kkkkkkkkkk
Mas as sessões de fisioterapia com a Nara foram imprescindíveis, até que o neurologista falou: -Pode parar com a fisioterapia, porque esse cara aqui tá melhor que eu!!! Esse cara aqui tem o corpo fechado!

Uma grande e velha amiga minha, a Jana, veio em casa há algumas semanas e ela é fisioterapeuta.
Ela tava impressionada, pois como fisioterapeuta, sabia que o que ele passou no nascimento era gravíssimo e ela ainda me disse que cuidou de crianças que teve o mesmo problema que o Pedro e que ficou coisa mínima de sequela, quase imperceptível, mas ficou, e que o Pedro não tinha NADA, era como se não tivesse passado por nada daquilo.

Um exemplo está aí neste vídeo, sim, ele demorou para andar, mas os médicos disseram que não era nenhum atraso motor.
Mas ele engatinhava muito rápido e com muita segurança, portanto, andar pra ele não era interessante.
Ele deu seus primeiros passos sozinho com 1 ano e 5 meses!


IMG_1035Então assim, não foi fácil deixar tudo pra trás, mas ao mesmo tempo, não tem dinheiro que pague essa recuperação do Pedro.
Se eu continuasse trabalhando, poderia ter desenvolvido do mesmo jeito, sim, poderia… mas não me arrependo em momento nenhum por ter feito isso.
Se ele vai reconhecer isso futuramente? Não sei, pode ser que sim, pode ser que não, mas não importa.
Fiz o que o meu coração mandou, vejo que foi a melhor coisa que eu fiz!
E agora tá aí o meu sequeladinho, cada dia com uma novidade, fazendo muita arte, muita mal criação, enchendo papai e mamãe de orgulho e alegria!

Brincadeira de criança e a tecnologia

151Gente, vejo muita gente postando e compartilhando (na maioria dos casos, de pessoas que não tem filhos), sobre os absurdos em deixar uma criança no tablet, porque na nossa época era assim, na nossa época era assado, porque criança tem que jogar bola, andar de bicicleta, brincar de esconde esconde, como na nossa época.
Ok, na nossa época brincávamos na rua até tarde, que fosse de bola, boneca, pega pega, esconde esconde, paredão, taco, andar de bicicleta ou simplesmente ficar na rua.

Agora pergunto eu: Alguém aqui tem coragem de deixar seus filhos na rua brincando como na nossa época? Hã?
Na nossa época, também queríamos ficar direto no videogame… mas minha mãe me mandava pra rua! ahahahahaha

A diferença é que hoje ninguém mais deixa as crianças nas ruas, os tempos são outros.
Não só em função da tecnologia, mas pela falta de segurança!
Outra coisa, não temos como fugir dessa coisa da tecnologia!

Heloooow!! Não são só as crianças.
Lembram quando não existiam smartphones? O tempo em que ficávamos com nossos amigos, em um restaurante por exemplo, realmente conversando, olho no olho, rindo, sem se preocupar em tirar fotos para postar, sair daquela roda de amigos, para dar atenção aos amigos nas redes sociais por exemplo… não existia, certo?

RestauranteEm casa, não damos o tablet ou o celular para o Pedro.
Em casa ele tem brinquedos, televisão, a casa (não muito grande), para explorar.
Pra sair pra comer por exemplo, levamos o tablet e quando esquecemos, damos o celular!
A gente coloca na Peppa e pronto, podemos comer tranquilamente (as vezes não), sem ter que ficar correndo atrás pelo restaurante, ou brigando porque ele está pegando tudo que está a sua frente.
Entendam que restaurante é uma coisa muuuuuuuuuuito chata para eles.

Aos finais de semana é preciso fazer programas para crianças também.
Por exemplo, em São Paulo, existem alguns espaços para bebês!

Pago

 

 

Diverbrás no Shopping Center Norte, é um playland para bebês.
O espaço é todo macio, para a criança não se machucar, temos que entrar com meias, tudo bem colorido e próprio para eles brincarem sem se machucar.
Para quem quiser algo diferente, tem também o Quintal da Vovó, um espaço enorme com brinquedos, bichinhos, atividades para as crianças se distrairem.

 

 

Gratuito

 

 

Tá sem dinheiro? Tem o SESC!!! É de graça e alguns SESC’s tem o espaço para as crianças brincarem!
Pedro adora! É de graça, o local espaçoso, com brinquedos, fantoches, livros…
Está calor? Adoramos ir no CERET! Pedro também adora.
Brinca na terra, corre, come terra, brinca no bebedouro, no balanço…

Opções é o que não faltam.
Não dá pra generalizar, ao longo do tempo também aprendi que cada criança é de um jeito, independente da criação.

 

Aqui em casa é assim, (por enquanto, futuramente pode mudar né?), para tirar da TV ou celular, temos que mostrar outra coisa mais atrativa pra ele se distrair, se ele está de barriga cheia, com certeza sentado olhando a gente comer que ele não vai ficar né?

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Lembro-me no dia em que tiramos esta foto, depois de muita agitação do Pedro, saquei o tablet da mochila e então Pedro era outra criança.
Minha prima virou pra mim e falou: -Tablet é vida né?
Sim… tablet é vida!
Então, caso você (principalmente se não tem filhos), não julgue quando ver uma criança no celular ou tablet no restaurante.

 

 

 

IMG_9918Aqueles giz de cera e a folhinha para desenhar, nem sempre funcionam.
Se funcionam, é temporário, acaba rápido a empolgação.
Já julguei muito e como sempre, pagamos a língua.
Afinal de contas, por trás daquele casal que está ali sentado com seu bebê no tablet, tem pais cansados, pode ser que tenham passado a noite em claro por causa de uma febre daquela criança, que estão há meses planejando sair para jantar fora e não tem com quem deixar o bebê, não se sabe há quanto tempo não sentam os dois juntos para uma refeição quentinha… ninguém sabe o que está por trás de tudo aquilo.
Então, como dizem, se está no inferno, abraça o capeta!
Já que não podemos ir contra a tecnologia, vamos aproveitar e usar ao nosso favor.
Tudo porque, nós também precisamos de um tempo para comer, respirar, descansar e seja lá o que for e sim…
A tecnologia nos favorece!