UTI Parte II – A recuperação pós parto e a expectativa se o Pedro acordaria

Continuando…

O meu tormento começou depois que eu tive alta, devido a falta de repouso.
Sim, meu parto foi normal mas um repouso é preciso né??? Quarentena!
Mas como eu já disse, uma mãe de UTI não consegue sequer ter esse cuidado, pois tem uma pessoinha que apesar de estar sendo muito bem amparado pelos médicos e sua equipe, precisa de nós!!!

E aí que aquele corre corre nos corredores do hospital, ou então sentada “descansando” na sala das mães, fez com que o meu corte gritasse!!
Era uma dor insuportável… uma dor que eu não senti nem mesmo ali na hora do parto.

Pra quem não sabe, ser mãe de UTI não é ficar ali chorando o tempo todo ao lado da encubadora.
Temos horário pra tudo!!! Não me recordo como era exatamente, mas era mais ou menos assim:

09:00 – Horário da primeira ordenha, para o leite “subir” para o seu filho tomar ou então, a hora de ir para UTI amamentar.
10:00 – Horário da visita dos médicos aos bebês para conversar com os pais e horário de visita dos papais também.
11:00 – Horário do almoço
12:00 – Hora da ordenha! (Ordenha a cada 3 horas), ou então ir para a UTI amamentar.
15:00 – Hora da ordenha ou amamentar
16:00 – Horário de visita dos médicos e dos papais.
17:30 – Horário da janta (nem lembro
18:00 – Hora da ordenha ou amamentar
21:00 – Hora da última ordenha.
Quem quisesse ainda podia continuar amamentando ou ordenhando a cada 3 horas depois das 21:00.

Isso porque essa era a minha rotina até eu começar a amamentar o Pedro, depois tinha que me dividir entre ordenhar e amamentar… ficou mais corrido ainda!!!
O lactário ficava no Térreo, junto com a salinha de descanso das mães e a UTI no sexto andar e o refeitório no segundo andar.
Não preciso dizer o quão cansativo era né???

Continuando sobre a minha dor insuportável.
Era muita dor, só sei que chegou a noite eu não conseguia nem andar.
Isso já foi no quarto dia depois do Pedro ter nascido.
Liguei para o meu médico e como eu ainda estava lá na Pro Matre, ele pediu que eu passasse pelo pronto atendimento.
A médica precisava fazer o maldito exame de toque, mas eu chorava desesperadamente para ela nem chegar perto.
Daí meu médico foi claro: -Tem que deixar ela examinar.
Não tinha nada, tava tudo bonitinho, nenhuma infecção, porque eu estava sentindo aquela dor???
Daí soro e tramal na veia!!!
Ah! E uma lista de remédios para comprar.

Cheguei na casa da Lúcia esgotada! (nesse período de internação ficamos hospedados na casa da minha cunhada para ficar menos longe do hospital).
Depois da medicação, só me restou tomar banho e dormir.
No quinto dia do pós parto, fui parar no pronto atendimento de novo e eu percebia que durante o dia eu ficava bem, mas a noite piorava.

remédiosMas eu tinha que levar em consideração que eu estava há 5 dias sem cagar!!!
Não tomei o suco laxativo que o hospital trazia pra mim nas refeições e assim foi indo, pois achei que com o passar do tempo, seria mais fácil, pois eu estava com medo daqueles pontos.
Isso era uma segunda feira a noite. E dá lhe medicação.
Era uma medicação muito forte, tão forte que saí do hospital virando cambalhotas de tão boa que eu fiquei.
Mas no dia seguinte a mesma coisa, liguei pro meu médico e pedi o mesmo remédio da noite anterior, e ele: -Tá louca? Esse remédio só pode tomar duas vezes ao ano!!

Se liguem, além das medicações na veia, a quantidade de remédios que eu tomei por conta do belíssimo pós parto… Parto normal.

Meu, então eu fui ao hospital, sofri feito condenada de dor, andava com dificuldades e a barriga crescendo porque eu não cagava.
O dia foi passando e eu ia só pra ordenhar mesmo, porque a cada visita do médico, eles não tinham muito o que falar, apenas que tínhamos que aguardar ele acordar e que em no máximo dois dias ele TERIA que acordar.
Foi então que eu pensei friamente e tomei uma decisão: Não vou ao hospital amanhã!! Ficarei em casa de repouso, pois quando ele acordar e eu realmente precisar amamentar, eu preciso estar boa!!!

E assim fiquei em casa, o sexto e o sétimo dia.
Nos horários de visita em que o pai podia entrar, o Ednaldo ia e me ligava, foi quando no segundo dia que fiquei em casa, ele me liga chorando: -Mor, ele acordou…
E eu meio que sem entender nada falei: -O que???
Ele: -O neném, abriu o olho pra mim, tava lá acordadinho!!

Gente, que felicidade!!! Vocês não tem noção.
E não é que no dia seguinte, eu já estava melhor? Já conseguia sentar sem muitas dificuldades, depois que tudo passou, analisando friamente, eu mesmo descobri porque eu sentia tanta dor.
Eu ficava segurando pra ir ao banheiro, pois o fato de sentar me fazia sentir dor, mas conforme minha bexiga ia enchendo, mais o intestino, acabava pressionando em algum pontinho meu que tava “pegando”, pois depois que eu ia ao banheiro, a dor diminuía.

No dia seguinte fui ao hospital, mas não vi o Pedro acordado, ainda era muito remédio que ele tomava.
Pois eu até esqueci de mencionar, mas ele teve convulsão ao nascer, então além de todo o procedimento, ele estava a base de medicamento anticonvulsivo.
Mas o que me deixava feliz era que ele estava se alimentando do meu leite por sonda, mas começou no quarto dia (depois do término do procedimento de hipotermia) com 5ml de leite, no quinto dia foi para 10ml e no sexto dia, já estava tomando 20ml de leite.

Nesse meio tempo ele estava entubado, foi extubado, fiquei feliz da vida, mas daí um dia quando cheguei a UTI ele estava entubado novamente pois ainda apresentava dificuldades para respirar.
UTI é teste de resistência e teste cardíaco ao papai e a mamãe viu.

primeira fotoEle ter aberto os olhos já tinha sido mais uma vitória.
Os dias foram passando, no seu nono dia de vida, eu me senti mais á vontade de postar uma foto dele para matar a curiosidade de todos, pois ele estava apenas com a sonda, já não estava mais entubado.

Embora alguns achassem exagero de eu ficar publicando o que acontecia com o Pedro no Facebook, era a forma que eu encontrava de deixar todos cientes, já que eu não estava a todo momento com o celular, era tanta gente mandando orações, energias positivas, então era o mínimo que eu podia fazer né.

Bom… por hoje é isso…
Para o próximo post, só alegrias, evoluções, médicos já com outra fisionomia ao conversar com a gente.
Mas eu vou falar, não é fácil!!!

 

 

 

UTI Parte I – Saindo do hospital sem bebê nos braços e os longos dias na UTI Neonatal

Passado a correria do parto, fui pro quarto, jantei bem gostosinho e fiquei papeando com o marido que estava super abatido.
Eu até então estava super tranquila. Pra mim o Pedro estava apenas cansado como o médico havia me dito.
Mas quando foi umas 23:30, a enfermeira ligou no quarto e disse que eu poderia ir até o sexto andar ver meu filho.

Chegando no sexto andar, uma porta gigante com um interfone.
Sinto coisas só de lembrar do barulho daquela campainha. (Tenho certeza que qualquer mãe que passou por aquela porta da UTI sente coisas só de ouvir a campainha ou lembrar…)

Entrei e me levaram até a ala 1 da UTI Neonatal.
Só pra vocês entenderem, a UTI é dividida por alas, que até então ia de 1 a 8.
A ala 1 ficavam os bebês mais críticos e conforme iram melhorando iram sendo promovidos…

Antes de entrar em qualquer ala, temos todo um procedimento de higienização das mãos e depois passar álcool nas mãos.
O Ednaldo me acompanhou até a porta e de lá eu fui sozinha, ele não quis entrar comigo.
Talvez tenha ficado com medo da minha reação ao ver o Pedro, sei lá.

Assim que cheguei ao bercinho onde estava o Pedro, eu vi um bebê enorme, gordinho, todo entubado, braço furado, pé furado, cheio de fios colados ao corpo, dormindo…
Eu colocava a mão nele e ele estava gelado.
A primeira enfermeira que falou comigo, bem serena e sorrindo, me disse: -Ele é bravo heim…

Acho que fiquei só uns 5 minutos ali, eu não tinha muito o que fazer, a enfermeira também não podia me falar muita coisa e ele estava sedado.

Voltei para o meu quarto e finalmente consegui dormir e descansar (acreditem, eu consegui).
Mesmo vendo meu filho naquela situação, eu consegui me manter centrada, tranquila, os médicos estavam trabalhando e não dependia de mim!

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Pedro e Papai: Força!

No dia seguinte, fui lá pra UTI ver o Pedro e o Dr Allan veio falar comigo.
Disse que o Pedro estava em um procedimento de hipotermia, que teríamos que aguardar as primeiras 72 horas em que ele ficaria sedado, aos poucos eles tirariam a medicação e teriamos que aguardar ele acordar. SE ele acordasse.
E ainda foi bem claro quando me disse que de 7 bebês que passam por este procedimento, UM sai totalmente sem sequelas.

Sobre o tratamento de hipotermia, tirado do site do Hospital São Luiz:

A UTI Neonatal do São Luiz adota, desde 2008, o Protocolo de Hipotermia Neuroprotetora em recém-nascidos com quadros de asfixia moderada ou grave para reduzir chances de sequelas neurológicas, uma das pioneiras nesse tipo de terapêutica no Brasil.
A hipotermia terapêutica é uma técnica utilizada pelos médicos caracterizada pela diminuição da temperatura corpórea do recém-nascido, atingindo níveis em torno de 34ºC. O procedimento diminui o metabolismo cerebral e, com isso, reduz-se um processo iniciado imediatamente após a falta de oxigenação e que leva à morte dos neurônios, ocasionando graves e irreversíveis danos neurológicos.
O tratamento é iniciado em até 6 horas após o nascimento e, enquanto a temperatura corporal é reduzida, há constante monitoramento dos sistemas neurológico e cardiorrespiratório. Segundo a neonatologista Graziela Lopes Del Ben, do Hospital e Maternidade São Luiz, ela é “utilizada e eficaz em casos de asfixia perinatal, mais precisamente nos casos de diminuição no fluxo sanguíneo cerebral e da oxigenação ao nível do sistema nervoso”.

Com o resfriamento, a atividade metabólica também diminui. O cérebro passa a consumir menos oxigênio, os batimentos cardíacos diminuem e o corpo entra numa espécie de hibernação. Como consequência, há uma “atenuação da lesão cerebral e a diminuição, a longo prazo, das sequelas neurológicas”, afirma a médica.

Os resultados benéficos da hipotermia têm sido comprovados em pesquisas. Estudos internacionais comprovam que houve diminuição em 24% do índice de mortalidade em bebês vítimas da asfixia, além da redução de 30% para 19% das sequelas neurológicas aos 18 meses de idade. “

Saí da UTI meio desnorteada, virei pro Ednaldo e falei: -Pedro vai ser esse UM que sai totalmente sem sequelas.
Estávamos meio perdidos, nem sabíamos direito o que conversarmos, eu estava confiante, até cheguei a pesquisar algumas coisas sobre o que houve com o Pedro, mas parei, porque só via desgraça e não era o momento de eu ficar me remoendo com isso.

Meu médico então passou para me ver e disse que havia ido lá ver o Pedro e que a situação dele era bem grave e que tinhamos que orar muito.
Pensa, um médico dizendo que deveríamos orar muito.

E assim foram os meus dias enquanto fiquei internada.
Recebi muitas visitas, mas achei um tanto quanto estranho receber visitas e não ter bebê para mostrar.
A grande maioria surpresos com a minha recuperação super rápida por conta do parto normal.

Fiquei internada 4 dias.
Nos 3 primeiros dias, nós subíamos na UTI mas não tinha o que ser feito a não ser apenas olhar, pois ele estava sedado né??
Um dia antes de eu ter alta, assim que as visitas foram embora no último horário, senti meus peitos inchados, quentes e mega doloridos.
O leite desceu. Chamei a enfermeira que me trouxe 2 luvas com água fresca para colocar dentro do sutiã, e me orientou no dia seguinte, ás 09:00, ir para o lactário para a ordenha.
Isso mesmo gente, kkkkkkkkkkkkkk, ordenha!!!

No dia seguinte pela manhã fui ao lactário onde a enfermeira Marcela me passou todas as orientações, de higiene, como proceder, como usar a máquina de ordenha.
Tudo rigorosamente limpo, para entrar, somente com máscaras, avental, touca….

E lá fui eu tirar leite pela primeira vez.
Sensação estranha, aquela maquininha sugando, o leite espirrando na garrafinha…
Tirei 1 frasquinho de 150ml, só pra começar e aprender a ordenhar.

O lactário é uma coisa de louco.
Um monte de mulheres, na mesma situação, com seus bebês na UTI, com o peito de fora, ordenhando e batendo papo, rindo e falando besteiras.
A situação de todas é muito difícil, cada um encara de um jeito, quem nos visse ali com certeza diriam que eramos insensíveis…
Mas precisávamos dessa descontração, desse momento nosso, algumas choravam, desabafavam.
Era uma apoiando a outra, rindo ou chorando, mas na maioria das vezes, de bom humor para passar boas energias uma a outra.

Perto das 13 horas, recebi alta, mas foi apenas para tirar as coisas do quarto e levar pro carro, pois eu continuei no hospital, aguardando os horários de visitas e também para tirar o leite.
Aguardamos no hospital até ás 21:00 que era o último horário de amamentar, mas nesse horário eu não tirei o leite, fiquei apenas aguardando o horário para falar com o médico.

O silencio era ensurdecedor dentro do carro, entrar no hospital para ter o seu filho e sair de lá SEM o seu filho, é um tanto quanto frustrante. Nem eu e nem o Ednaldo trocamos uma palavra.
Passamos 3 dias recebendo visitas sem poder mostrar nosso filho as pessoas e agora, voltar pra casa sem ele.

Gente, quando eu cheguei em casa, meus peitos pareciam que eram de silicone. ENORMES! LINDOS, porém doloridos ao extremo.
Era muita dor, sem ao menos encostar, então corri para pegar o tira leite que a Lúcia, minha cunhada, havia me dado, mas para o meu desespero, não tinha a garrafinha!
Sei que Ednaldo saiu umas 23:30 pra rua, para achar a garrafinha do tira leite, e eu debaixo do chuveiro, chorando horrores de dor.
Enquanto eu estava no banho, ele chegou e corri sair do banho para a ordenha.
Gente que alívio, eu lembro que tirei o leite, o meu cansaço era tanto, mas tanto que do jeito que eu saí do banho, apenas tirei o leite e já dormi, peladona mesmo. kkkkkkkkkkkk

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E no dia seguinte, a visita do médico seria as 10:00, Pedro estava saindo do procedimento de hipotermia e já estava quentinho, já tinha ido para a incubadora, porém tinhamos que aguardar o efeito da medicação acabar para ele acordar. SE ele fosse acordar né…
Continuava entubado, com fios pelo corpo, pé furado, braço furado… mas pelo menos estava quentinho.

Com ele na incubadora eu já me senti um pouco mais a vontade de começar a tirar fotos.

Como podem observar na foto, Pedro ainda estava sedado, mas já segurava nossos dedos com a mãozinha minúscula.

Engraçado que enquanto eu estava no hospital eu estava super bem.
Mas foi só sair do hospital e os meus problemas do pós parto começaram.
Não fiz repouso devido (mãe de UTI não sabe o que é repousar para se recuperar).
E aí me perguntam: Mas não foi parto normal?
Sim, foi parto normal, porém foi feito a Espisiotomia (o famoso corte na pepeca) e levei pontos na pepeca né???
E aquele anda pra cá, anda pra lá, ficar sentada na poltrona na salinha das mães, e a noite, começou uma dor dos infernos…
Mas isso, fica para o próximo post.
A minha recuperação!

E já adiantando: Muita gente veio me falar que eu tinha que processar o médico por causa desse corte.
Processar nada!!!
Se não fosse o corte, Pedro teria me rasgado toda e talvez nem tivesse ido para a UTI, poderia ter morrido ali mesmo, pois sendo meu filho e do Ednaldo, a cabeça era avantajada… faltou oxigênio com o corte, imagina sem?

Enfim, agora o meu tão sofrido pós parto, fica para  o próximo post.

 

Até onde família é tudo?

Oi gente!!!
Tem mais de uma semana que eu não posto nada!
Eu comecei a escrever sobre os 24 longos dias na UTI com o Pedro, quando ele nasceu, tem muita coisa pra escrever, mas parei…
Hoje fiquei pensando em tudo o que tem acontecido na minha família e nas famílias que me cercam.

Vejo tanta gente postando nas Redes Sociais: Família é tudo

E eu me pergunto: O que seria esse tudo?
Vale lembrar que a grande maioria que eu vejo postando isso, são as mesmas pessoas que me contaram histórias absurdas da própria família de brigas e desentendimentos.

Quando eu costumo dizer que laços sanguíneos não dizem nada, muita gente se ofende.
Mas é que essa hipocrisia, da necessidade de mostrar ao mundo uma perfeição e felicidade que não existe, sinceramente, me irrita! Não gosto!
Uma união, amor e felicidade fake! Que existe somente nas Redes Sociais, ou em rodas de conversa, apenas para ser o “perfeitinho”.

Há umas duas semanas mesmo, vieram me dizer que o Pedro PRECISA de um irmão, que ele PRECISA de alguém para contar.
E precisa ser um irmão???
Quando eu respondi que ele tem os primos, ouvi: -Ahhhhhhhhh, mas primo não é a mesma coisa!!

famc3adliaVerdade, eu tenho uma única irmã que sofre de deficiência de caráter e que na realidade era melhor que eu não tivesse! (Julguem-me, mas é isso mesmo).
Entre outros exemplos de pessoas próximas que tem várias histórias parecidas de irmãos para contar.

Ou seja, primos pra mim são melhores.
Pois quando temos afinidade, viram nossos amigos e irmãos!
Não vou citar nomes para não causar ciumeira… rs

Meus pais, 1 ano e 8 meses se passaram e eles ainda não conhecem  o Pedro.
Porque? Por comprarem uma briga da minha irmã com a minha prima, e no fim das contas, na cabeça deles, a culpa é minha.
Se eu não fico triste? Fico chateada, mas eu garanto que eles tem mais a perder do que eu.
Só lamento por eles, o Pedro está crescendo e ele nem sabe da existência deles.
Já eles, sabem que tem um neto e não tem contato.
Sou bem resolvida nessa questão e não tenho nem vergonha e nem problema nenhum em falar sobre isso.

E aí, agora me deparo com a minha avó debilitada, aos 94 anos, internada, fraca por não comer…
E os filhos, nem aí para fazer companhia a ela no hospital. Optaram por contratar acompanhantes.
Isso porque é só ficar lá sentado ao lado dela, banho, comida, banheiro, tudo os enfermeiros que fazem. É só por uma questão de companhia mesmo.
Ninguém quer ficar.
Vejo meus tios, pai e tia, apenas preocupados com si mesmos.
Pra não ser injusta, vi 2 tios fazendo mesmo as coisas pela minha avó, mas percebe-se que minha avó está bem triste com os filhos e que no meu ver, ela se entregou, desistiu de viver.
Se já está essa briga que ninguém quer nada, apenas para fazer companhia no hospital, fico pensando como será caso ela saia do hospital e realmente precise dos cuidados dos filhos.

Enfim, eu sei que não é só a minha família que é assim torta.
A grande maioria são, não acredito em família perfeita, não existe.
Quanto aos desentendimentos, ás vezes os pais tem responsabilidade nisso sim, mas eu já entendi que mãe quer a todo custo que todos fiquem bem, esse todo custo envolve omissão, egocentrismo, amor, falta de amor, excesso de amor, favoritismo, mas elas querem todos “de bem”, mesmo sabendo que sempre tem um querendo ferrar com o outro.

Na hora que tem festa, todo mundo junto.
Mas agora na hora mais difícil… ninguém quer saber de nada!
Não, não tenho vergonha de falar sobre isso, não estou julgando os que não querem fazer.
Simplesmente tudo isso me faz acreditar mais e mais, que nós temos que escolher a dedo nossos amigos, pois são eles que no fim das contas, nos socorrem na hora em que realmente precisamos.

Se eu sou amarga, rancorosa, fria por conta desse meu texto?
Pode ser, chamem como quiser, mas eu apenas não quero isso pra mim, não quero essas pessoas que não me fazem bem perto de mim.
Dizem que um relacionamento é uma via de duas mãos não é mesmo?
Pois bem…

Tô longe de ser essa pessoa que acha que as pessoas são descartáveis, se não me servem eu dispenso.
Negativo, mas dispenso aquelas que me fizeram mal, já tolerei muita coisa, mas tudo tem um limite, independente se é da família, se é amigo de infância, se conheci ontem na rua.
Aquela conversinha de perdão também me deixa com preguiça…
Eu acho que devemos tratar as pessoas como elas nos tratam. PONTO!

E aí, me perguntam então: O que é família pra mim?
Pra mim, família é isso:

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Família são aqueles que eu escolhi para fazerem parte da minha vida.
Independente dos laços sanguineos!

Lembrem-se: Filhos não são garantias de que seremos bem cuidados por eles na velhice.
Irmãos não são garantias de que serão companhia na vida adulta!

E que venham agora os julgamentos em 3, 2, 1.

Parto Normal ou Cesárea… Qual foi a minha escolha?

Desde que me entendo por gente, mesmo nunca pensando em ter filhos, nunca passou pela minha cabeça o parto normal.
Os meses foram passando e o médico me dizendo que deu poderia fazer o parto normal tranquilamente e ainda fez uma observação: -Cris, eu sei fazer parto normal viu???
HAHAHAHAHAHAHAHAHA, nunca passou pela minha cabeça isso, se o médico sabe ou não sabe.
Era uma questão de escolhas mesmo.

Eu sei que no final da gravidez, por volta de 33 semanas, fui algumas vezes pro hospital, todas elas achando que seria aquele dia!!!
Inicialmente, meu parto estava previsto para até o dia 07/12.
Depois, mudou para o dia 23/11.
Por fim, batemos o martelo, faríamos a cirurgia no dia 18/11.
Até que no dia 08/11 eu passei mal, nem lembro o que havia acontecido, que eu fui pro hospital e nós estávamos convencidos que seria naquele dia.

E então o médico entrou e perguntou: -Você está bem, o bebê também, já falei com seu médico e vou te liberar! Não vai nascer hoje. Você quer parto normal ou…
Eu: -Cesárea!!
Ele me olhou meio de lado e disse: -Não sei não heim mãe, do jeito que tá, tem tudo pra ser parto normal!
Eu: -Ai não… essa mulher aí ao lado me assustou
Ele saiu e a enfermeira me falou: -Seguinte, orientais são bem mais resistente a dores, então se você sentir o mínimo de cólica já corre pro hospital. Se tiver trânsito, chama a polícia que a viatura vai abrindo o caminho pra você.

Iphone 1115No dia seguinte, participei do chá de fraldas do Raul, comi feito louca (era churrasco).
No domingo eu tinha um outro chá de fraldas, mas o calor era insuportável, eu com aquela barriga…
Fiquei em casa o dia todo, andando pelada pela casa, fechei todas as janelas pra não entrar nenhum raio de sol que pudesse esquentar qualquer coisa e fiquei deitada na cama, no escuro.

 

A noite, eu tava empanturrada do churrasco do chá de fraldas do Raul, fazia pelo menos uma semana que eu não cagava.
Fui lá e tomei 2 colheres de Tamarine (devidamente orientada pelo médico no começo da gravidez).
Não dormi de madrugada e desabafei no face:

post
Por volta de 4:30 da manhã, senti uma colicazinha e fui ao banheiro. Que alívio, o Tamarine estava fazendo efeito.
Ednaldo acordou umas 06:00 pra ir trabalhar e nisso eu já tinha perdido as contas de quantas vezes havia ido ao banheiro.
Lembrei da enfermeira me falando sobre a cólica, mas não quis falar nada pro Ednaldo porque ele já tinha faltado várias vezes ao trabalho por conta dos alarmes falsos.

Quando deu umas 11:00 o Dr Alexandre viu o meu desabafo no face, me ligou e falou: -Pensa rápido. Quer fazer a cirurgia hoje?
Não pensei duas vezes e respondi: -QUERO!!!
Então ele me orientou a tomar meu último copo de água e entrar em jejum e já ir para o hospital.
Daí eu falei: -Eu estou com um pouco e cólica!
Ele: -Tudo bem… vai pro hospital e lá conversamos.

Gente que desespero.
O Tamarine atrapalhou tudo, pois eu estava em trabalho de parto mas achei que era o efeito do laxante!!!!

Iphone 1136Chegamos ao hospital, fui andando normalmente e o Ednaldo foi estacionar o carro.
Passei pela recepção e expliquei a situação
Fui direto pra emergência sem fazer ficha nenhuma.
Então vieram fazer o exame de toque e a enfermeira gritou: -Dilatação total!
Quando vi, tinha uma tirando meu sapato, outra meu relógio, outra minha roupa (sim, tinha uma galera me rodeando) e já me colocando o jaleco e já me levando pro centro cirúrgico.
Encontrei meu marido quase na porta do elevador, subimos eu, enfermeiras, médico e o Ednaldo.
Eu chorava e implorava pela anestesia.

Não, não dava tempo do meu médico chegar e o médico que me atendeu na sexta feira dizendo que as chances de eu ter parto normal eram grandes, iria fazer o meu parto

Chegando no centro cirúrgico na hora de passar pra maca, a enfermeira me fala: -Vai devagarzinho se não o bebê nasce.
E eu: -Me dá uma anestesia pelo amor de Deeeeeeeeeeeeus!!!

Foi tudo muito rápido, as pessoas falavam comigo mas eu não processava nada.
Até que levei a picadinha na coluna e tudo ficou bem.
Minha cesárea??? Que cesárea???
Sim, eu não tive escolha e não dava mais tempo.
O médico falava: -Faz força…
O Pedro não saía…
E o médico falava: -Mais força, vai que ele tá vindo.
Só sei que Ednaldo levantando minhas costas pra ajudar a empurrar o bebê e a enfermeira empurrando com a mão.

Iphone 1143Nasceu!!! Nasceu e eu não ouvia o choro e falava: -Porque ele não chora??
O médico disse: -Calma, ele só nasceu cansado.
Sei que entre pediatra e enfermeiras, tinha umas 4 ou 5 pessoas, eu não conseguia ver nada do que acontecia, tinha um pano em cima das minhas pernas que me impedia de ver. (o pai fotografou esse momento)
De repente entrou a incubadora e de longe eu vi o Pedro.
A enfermeira trouxe ele perto de mim e disse que ia ficar tudo bem e o médico repetiu dizendo que ele estava cansado por conta do parto normal.

Por fim, fiquei sozinha no centro cirúrgico com uma enfermeira que estava fazendo a minha ficha, já que entrei direto pra emergência.
Nisso o meu médico chegou, com uma cara não muito boa, disse que queria muito ter feito o parto e ficou me fazendo companhia até alguém me levar pro pós operatório.

Gente, dei entrada no hospital as 13:50 e ás 14:13 o Pedro nasceu!!!
Será que foi rápido???

SONY DSCFui pra sala de recuperação era umas 15:30, 16:00 eu acho.
Me esqueceram lá, só sei que subi pro quarto era umas 20:30 e toda a família lá me esperando, foi quando o Ednaldo arrasado me disse que o Pedro estava na UTI e que o horário de visita era só até as 21:00. Já não dava mais tempo de eu subir para vê-lo.

A janta chegou, família foi embora e quando foi umas 23:30 ligaram no quarto, era uma enfermeira dizendo que eu poderia subir para ver o Pedro.

A realidade era bem outra do que o médico havia me dito no centro cirúrgico.
Em resumo, Pedro sofreu insuficiência de oxigênio no cérebro, teria que ficar na UTI em tratamento e então, poderiam ficar sequelas, poderia ter uma paralisia cerebral… mas eu só teria alguma informação depois que ele acordasse (SE ele acordasse).
Ele ficaria em procedimento de hipotermia, sedado por 72 horas com a temperatura do corpo baixa (eu colocava a mão nele e ele estava gelado), para preservar o sistema neurológico e os médicos terem tempo para avaliar os sinais vitais dele e só depois disso, os médicos poderiam me falar alguma coisa.

E assim, conto no próximo post sobre os longos dias na UTI.

O excesso nas redes sociais

redes_sociaisO que eu vou falar hoje não tem nada a ver com vida a dois, maternidade, nada disso.

Nunca achei que um dia eu diria isso… mas as redes sociais estão me deixando cansada.

Gente, de repente, me vi obrigada a saber tudo sobre política, religião, música, televisão, mundo materno, vida a dois, enfim. Tenho que estar por dentro de tudo, SEMPRE!
Temos sempre que concordar com todo mundo, não podemos mais ter nossas opiniões, se discordarmos de algo, levamos uma bomba de críticas…

Não vou ser hipócrita em dizer que não faço nada disso.
Também discordo, também critico, também reclamo, posto indiretas (quem nunca???), vejo muita coisa que eu não gosto, como muitas pessoas também devem não gostar sobre o que eu posto, mas hoje em dia a intolerância ultrapassou todos os limites.

Por trás do teclado tem muito valente, mas no cara a cara, põe o rabo entre as pernas e abaixa a cabeça… Não passa de um covarde

Chegamos ao ponto onde desconhecer um cantor sertanejo que faleceu de repente em um acidente de carro, virou praticamente um pecado!
Quem assiste á TV Globo é burro ou manipulado.
Quem não frequenta a igreja é do mau.
Fulano morreu. Nooooooossa, como assim você não conhece???
Se você apoia o casamento gay, é porque não temos o que fazer ou com o que nos preocupar… tem crianças passando fome.
Notícia FalsaE pessoas desaparecidas???
E os sequestradores de crianças???
Sem contar os milhares de compartilhamentos desses aí que são falsos!!! As pessoas não procuram saber se é verdade ou não, simplesmente compartilham pelo simples fato de acharem que assim, são pessoas bem informadas!

Sabem de uma coisa???
Todo mundo fala tanto que odeia fofocas, mas compartilhando essas informações falsas sem ao menos pesquisar, não passam de fofoqueiros.
O fofoqueiro virtual, que fica repassando informações mentirosas simplesmente pelo fato de ter visto.
Um monte de gente reclamando de falta de privacidade, que todo mundo fica tomando conta da vida alheia. Conselho: Saia de TODAS as redes sociais se quiser privacidade.
Facebook é onde todo mundo quer a verdade e sinceridade. Pura mentira… pois as pessoas aceitam a verdade e sinceridade desde que sejam a verdade delas.
Onde família vem em primeiro lugar, mas por trás do teclado, é uma filha da putagem só um com o outro.
Onde posta tanto sobre Deus, mas por trás do teclado, o pior dos pecadores.
Onde tudo é motivo para mimimi e ofensas.
Tudo o povo se ofende, seja porque é gay, negro, branco, japonês.
O simples fato de respirar já é motivo de ofensas. (Se bem que algumas pessoas não merecem mesmo respirar)

Daí vocês perguntam: Então porque não sai?
Já pensei sim em fechar a minha conta no face.
Mas eu não consigo. kkkkkkkkkkkkkkkk
Eu amo o Facebook, mesmo com toda essa coisa ruim, sabe porque?
É através dele que eu acompanho meus amigos, viagens, família crescendo, acompanho o crescimento dos filhos, troco idéia, dou boas risadas.

Ainda tem, Twitter, Instagram, Google+…
uk3c4xAhhhhhhhhhh, ainda temos o maldito do WhatsApp.
Uma desgraça sem fim!!! kkkkkkkkkkkkkkkk
Se antes eu não largava o celular, depois do Whatsapp piorou muito!
Grupos e mais grupos, de todos os tipos, fora as conversas paralelas.
Que além de usarmos para de fato “conversarmos com as pessoas”, também recebemos (e enviamos) inúmeros vídeos, imagens fofas, e blá blá blá…

E quando a gente percebe, o dia passou, não fizemos nada além de ficar vendo sobre tudo e sobre nada ao mesmo tempo.
No ano novo, eu viajei e não tinha sinal nenhum de celular.
Meus amigos achavam que eu tinha morrido por não ter nenhuma postagem minha durante o feriado todo! kkkkkkkkkkk
E querem saber? Não foi tão ruim.
Muitos pensaram que eu estava morrendo por isso.
Mas me senti muito bem.

Preciso fazer um tratamento de choque, um rehab para acessar menos, tudo essas porcarias aí.
Se eu vou conseguir eu sinceramente não sei, mas eu quero…
Pois caí na real de que as redes sociais tomam muito do meu tempo com informações vazias, que eu fico lá passando o dedo na tela e muita coisa não me acrescenta.

whatsapp1606e_Mas antes disso, preciso tratar o meu TOC.
kkkkkkkkkk, mas é que eu não posso ver nenhuma notificação no meu celular que eu fico impaciente.
Por mais que eu saiba que é a notificação de um SMS da operadora de celular, eu sei que tá lá o númerozinho em vermelho e aquilo me incomoda demais.

Tenho saudades da época em que eu via meus amigos se divertindo nas redes sociais, postando fotos, trocando mensagens entre si, marcando balada, jantar, chá da tarde, qualquer coisa… é disso que eu sinto falta!
Tenho saudades de quando as redes sociais eram realmente para socializarmos uns com os outros, e não para ficarmos atacando uns aos outros por pensarmos diferente!

Birras e chiliques

Gente… como lidar com as birras e chiliques??

Sim, mais uma da série: Pagando a língua!

Ahhhh sim, onde já se viu a criança se jogando no chão??? Que absurdo!!! A mãe não ensina não? Dá uns tapas!

Mas Pedro começou esses dias a dar chiliques.
Já tinha começado, mas essa semana ele está batendo o record!!!

Antes de ontem, pegamos um trânsito do cão ao voltar da creche e no meio do caminho ele começou: -Mamãe, tetê…
Mas não tinha como parar o carro e dar o peito né???
E quando faltava 10 minutos ainda pra chegar em casa, ele começou a chorar… berrar, espernear, puxar os dedos das mãos, esfregar a cara de raiva.
O que eu podia fazer??? Nada! Apenas observar pelo retrovisor.

Quando chegamos em casa, tirei ele do carro chorando.
Cheguei na porta do apartamento e cadê a chave??
Que boooom!! Ficou no carro.

Lá vai eu pro carro de novo, com um moleque esperneando e dando chilique no colo.
Quando cheguei no carro, coloquei ele no banco e fui pegar a chave que caiu da bolsa e estava embaixo do banco.
Daí bagunçou tudo.
Quem disse que ele queria sair do carro?
Eu chamava ele, e ele fazia “não” com a cabeça.
Conclusão: Tirei na marra e foi outro escândalo.

Chegou em casa aos berros, se arrastando no chão, fui conversar com ele calmamente, piorou a situação
Fui pegá-lo no colo, gritou mais ainda.
Ofereci o tetê, aumentou os berros.
Daí optei por ignorar e deixar ele extravasar a raiva dele sozinho.
Olhem o resultado:

A mordida dele foi doída… além de morder ele puxou!!!
Olha o resultado:

Mordida

Ele me mordeu 3 vezes desde sempre.
Reparei que todas as 3 vezes que ele me mordeu, foi quando eu dei uma ignorada nele.

A primeira vez ele estava de pé na minha frente de braços erguidos, choramingando querendo colo e eu conversando…
Demorei pra pegá-lo no colo e ele me deu uma mordida na periquita!!!
HAHAHAHAHAHAHA, doeu viu.

A segunda, foi quando ele queria tetê, estávamos na minha cama e eu fingi que estava dormindo.
Tomei uma mordida na bochecha, mas foi de leve

A terceira foi essa aí que vocês viram!!! Mas essa foi nervosa e com vontade, ele tava com raiva, deixou marcas.
Pior que ele ficou calmo depois que me mordeu.

Sim!!! Ele me mordeu, e aí por conta veio no meu colo e já foi se ajeitando pra mamar.
E aí passou a raiva e já era outra criança!!!

Sei sim que tem crianças que não fazem nada disso, o meu pelo visto, além da fase do chilique, tá chegando a fase da mordida.
A fase da mordida eu sei que tem mesmo… mas do chilique… aiiiiiiiiiiii que medo!!!

Uma mistura de medo e preguiça, porque eu não tenho paciência pra essas coisas e o pai também não.
Prevejo muito stress nos próximos dias.

O padrinho dele sugeriu que eu o distraísse com outra coisa, fizesse palhaçada.
Fiz tudo isso, mas quem diz que ele enxerga alguma coisa??? Ele fica nervoso, fica cego.
Nem sei a quem ele puxou viu. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

A tia da creche usou uma tática boa: Filmou o chilique dele e depois mostrou pra ele o show que ele estava dando.
A cara dele não era a das melhores se vendo no vídeo, vou tentar essa tática também.

Bom, por enquanto a tática é ignorar (é o que tem funcionado) e depois mostrar pra ele o showzinho que ele deu!

É, ninguém disse que seria fácil.
E precisava ele ter puxado o meu gênio? Precisava???
Nem sei se é o meu gênio mesmo, quem tá dizendo isso é o pai dele. ahahahahahahaha

Mais alguém passando por isso??
Diz que sim, para eu não me sentir tão sozinha e também me sentir melhor vai…